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CPI da Pedofilia no Pará divulga relatório de atividades

No último dia 25, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia no Pará divulgou relatório das atividades que começaram em dezembro de 2008, após denúncias do bispo do Marajó, dom Luís Ascona. Durante as investigações, os deputados descobriram que 30% dos municípios paraenses têm algum tipo de exploração sexual de crianças e adolescentes, praticada de diversas formas, entre elas utilizando a internet e o telefone celular. Desde a sua instalação, a CPI realizou 64 audiências, visitou 47 municípios, recebeu 754 denúncias, requereu o indiciamento de 52 pessoas e pediu a prisão preventiva de 20 pessoas.

Agência Brasil


Paraíba terá contador de violência contra crianças e adolescentes

A Paraíba vai ter um contador de notificações para registrar os casos de violência contra a criança e o adolescente ocorridos no Estado. A ferramenta começa a funcionar a partir do dia 30 de março, no site www.crianca.pb.gov.br. O portal vai funcionar como uma agência de notícias com assuntos voltados especificamente para a defesa dos direitos da infância e da juventude. No contador serão registrados os casos de homicídios, violência e abuso sexual, exploração sexual, negligência, violência física e psicológica, latrocínio, afogamento e estrangulamento. Todos serão armazenados de acordo com a idade, sexo e cor da vítima, além do local onde ocorreu o fato. O intuito é fazer com que a ferramenta seja um banco de dados utilizado como fonte de pesquisa por jornalistas e estudiosos. Segundo o Creas (Centro de Referência Especializada da Assistência Social), no ano passado, 87,5% das vítimas no Estado estavam dentro da faixa etária do zero aos 18 anos. A apuração mostra que ao todo, foram registrados 4.024 de violência contra crianças e adolescentes.

Paraíba agora


Crianças são alvos de drogas e exploração sexual

No Amapá, durante o dia são os delitos como roubos e furtos que incomodam a população. Durante a noite, os problemas são ainda mais graves: meninas e meninos assumem papel de mulheres e garotos de programa. Eles passam a noite cheirando cola e sendo vítimas da exploração sexual. Não é difícil encontrar garotas e garotos de onze, doze anos, se oferecendo serviços sexuais em meio aos carros. O preço máximo cobrado é R$ 20. Quando perguntados onde moram, as crianças afirmam que passam as noites em construções abandonadas.

Diário do Amapá / ANDI


Alerta para o jogo das pulseiras

Pais, professores e administração pública devem ficar alertas com as chamadas pulseiras do sexo. A brincadeira consiste em romper o adereço do outro e, conforme a cor, ganhar de um abraço a uma relação sexual. Com o início do ano letivo, pedagogos e orientadores estão apreensivos com a sua proliferação da moda entre jovens, pois, fora do colégio os alunos adeptos da moda estão na mira de abusadores. O importante, na visão do especialista em sexualidade José Claudio Diniz, é informar às crianças e adolescentes que as pulseiras são apenas uma manifestação das relações de amizade.

Diário Catarinense / ANDI


Combate à exploração sexual infanto-juvenil

Foi desencadeada no último dia 3, em Campina Grande (PB), uma operação contra a exploração sexual infanto-juvenil. Iniciativa do Ministério Público, com o apoio do Conselho Tutelar e da Polícia Rodoviária Federal, a operação tem como objetivo investigar denúncias recebidas pelo Conselho Tutelar de que meninas e adolescentes são exploradas sexualmente nas estradas e arredores da região. A fiscalização foi feita em cinco postos de combustíveis a fim de coibir a exploração e o abuso sexual dessas crianças e adolescentes por caminhoneiros. De acordo com as denúncias, o valor do programa seria de R$ 2,00 a R$ 5,00.

Correio da Paraíba / ANDI

 

 

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