Programa Na Mão Certa

Policial gerenciava rede de exploração sexual de crianças e adolescentes

Um policial militar lotado no Palácio Guanabara (sede do governo do Rio de Janeiro) foi preso sob acusação de coordenar uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. O caso veio à tona graças a uma investigação do Ministério Público Estadual, que desvendou o caso com a colaboração de duas adolescentes exploradas pelo policial.

Também foi presa a companheira do policial, que segundo os promotores “agenciava” parte dos negócios. A investigação foi realizada pelos promotores Márcio Mothé e Delma Acioly, da Central de Inquéritos do Ministério Público Estadual. A rede, conforme as investigações, operava na avenida Sernambetiba, na Barra da Tijuca.

Apesar de este caso não estar diretamente relacionado à exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias, o Programa na Mão Certa considera válida sua divulgação neste boletim, pois vários aspectos merecem ser observados:

  • O papel fundamental do Ministério Público na investigação das redes criminosas que exploram crianças e adolescentes;
  • O envolvimento, na rede criminosa, de pessoas que deveriam coibir a prática – no caso, um policial;
  • O trabalho conjunto do Ministério Público com a delegacia de polícia da região onde acontecia o crime, o que ajudou na investigação;
  • A coragem de duas adolescentes em contribuir com a investigação. Segundo os promotores, elas eram mantidas em “cárcere privado” pelo policial.

A Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Secretaria de Segurança Pública optaram por não comentar o caso.

  Leia também  

Bovespa incorpora ESCA ao Índice de Sustentabilidade Empresarial
Empresas validam projeto de educação continuada do Programa Na Mão Certa
Mapa de vulnerabilidade: Minas Gerais
Uma visão geral dos Compromissos em Ações
Falha no ECA facilita o tráfico de adolescentes
Transportadora Augusta leva Programa Na Mão Certa para o Mercosul

 

Voltar