Um policial militar lotado no Palácio Guanabara (sede do governo do Rio de Janeiro) foi preso sob acusação de coordenar uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. O caso veio à tona graças a uma investigação do Ministério Público Estadual, que desvendou o caso com a colaboração de duas adolescentes exploradas pelo policial.
Também
foi presa a companheira do policial, que segundo os promotores “agenciava” parte
dos negócios. A investigação foi realizada pelos
promotores Márcio Mothé e Delma Acioly, da Central de Inquéritos
do Ministério Público Estadual. A rede, conforme as investigações,
operava na avenida Sernambetiba, na Barra da Tijuca.
Apesar de este caso não estar diretamente relacionado à exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias, o Programa na Mão Certa considera válida sua divulgação neste boletim, pois vários aspectos merecem ser observados:
A Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Secretaria de Segurança Pública optaram por não comentar o caso.